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Olavo de Carvalho: além de “minion” um “blue meanie”

gazetaadm

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Não é nenhuma novidade que Olavo de Carvalho, o astrólogo, é um “minion”. Porém descobri que além disso ele é um “blue meanie”. Isso! É integrante do exército dos seres que odeiam música. Tem ele lá no Yellow Submarine, dos Beatles.

Já escrevi um artigo envolvendo o nome de Olavo, o guru da turma do presidente Jair Bolsonaro – ou parte dela – imaginando que nunca mais ele seria tema de um texto meu. Esforço em vão.

Ele mexeu em um vespeiro ao querer rebaixar a banda The Beatles para o lixo da história. Claro que ele não conseguiu, nem conseguirá. Sequer queria tocar no assunto mas aqui estou eu, ardoroso fã dos cavaleiros de Liverpool e longe de ser um conhecedor profundo.

Aí das profundezas do nada surge Olavo, com o seu mau-caratismo peculiar, joga uma teoria escabrosa e quer sair impune. Vamos enfrentar os exércitos de “minions” e de “Blue Meanies”. Preparem o submarino amarelo e vamos defender a música, contra o ódio e contra o rancor. Viveremos e venceremos…

POESIA

NÃO CHORE

Não se mova, espere,
o amor é sempre assim
abraça aqui, ali já não abraça…

Não, não se mova,
não se esforce, ah! não se esforce.
Esqueça tudo, as frustrações se denotando
o amor, você confuso,
as pessoas viveram você.

No fim uma confissão estendida,
vozes, imagens
o amor feito nas pernas.
Mesmo assim você renasce,
ambíguo, esquemático.

Você é o verso, você é a historieta,
ontem a noite, no regaço.
Você impassível.
Eu, você, ninguém compreende,
nem nunca compreenderá.

Goreth Serra, livro Amor, pretérito imperfeito (1996)

RAPADURADAS

  • Excelente a qualidade editorial do cordel “Batendo a porta do céu – A chegada de Belchior ao Paraíso”, de autoria do poeta Caio César Muniz e com ilustrações de Carlos Alberto.
  • Em breve o Cidade Alternativo, no Centro, abrigará uma loja da franquia “O Boticário”.
  • Onze milhões de pessoas no Brasil acreditam que a Terra é plana, segundo pesquisa do Datafolha. São Paulo vai sediar em novembro primeira convenção sobre o assunto.
  • O Rio de Janeiro chora, em prantos, a morte de suas crianças por balas perdidas. Até quando seremos testemunhas disso?
  • (…) Você passa mal/ toma Sonrisal/ se engana, mas vai em frente/ pra mim não tem jeito/ não tem beijo final/ e não vai ter happy end (…)  Tom Zé – Happy End -1972

*é bacharel em Direito, pós-graduando em Direito Previdenciário e diretor de Jornalismo e Programação da Rádio Difusora de Mossoró

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